Nas voltas que eu e o Espinete temos dado ultimamente pelo campo, em busca de Fortuna e Glória, temos reparado na disposição dos terrenos deste Alentejo, mais concretamente naqueles aqui em volta da nossa metrópole. Os latifundiários dos nossos dias, com medo que lhes roubem um metro quadrado de terra, levaram ao extremo o conceito de "delimitação da propriedade" e por todo o nosso Alentejo só vemos cercas de arame farpado. Alguns chegam até a colocar vedações altíssimas, electrificadas, e portões em caminhos que são públicos. Obviamente que atrapalham a malta que quer passear pelos seus terrenos, depois ainda têm que andar a fugir à frente de caçadeiras porque levam um grão da sua terra no sapato, para casa. Numa das minhas voltas, deparei-me com um portão com uma placa deveras interessante (ver em baixo):
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Propriedade privada
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2 comentários:
Sei muito bem onde é que isso fica!
E, por acaso, também conheço muito mas mesmo muito bem o dono!
Vocês são mesmo tótós! Atão na sabem que é tempo de meter o nabo no rego? E com jeitinho, também da para prantar umas varas de sabugueiro no dito... Acho que é isso que o sr. proprietário quer dizer!
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