Regra número 1: Pegar fogo a fichas de material e produzir bastante fumo;
Regra número 2: Evitar danças espámicas e "epiléctricas";
Regra número 3: Evitar expressões como "tás a bombar, dread!" e fumar cigarros na ponta da boca de forma repreensiva;
Regra número 4: Não usar popa de modo a assemelhar-se ao Elvis;
Regra número 5: Dizer coisas do género "vai trabalhar, cabrão!";
Regra número 6: Escrever a palavra "merda" com uma caneta e evitar qualquer tipo de pôia, turtulho ou peixe castanho;
Regra número 7: Não revestir poços com folha de alumínio porque fica foleiro;
Regra número 8: Não pendurar laranjas em claustros de conventos porque é ridículo, feio e assusta os turistas (mais tarde iremos elaborar o "Manual para assustar turistas");
Regra número 9: Nas suas encenações, evitar imitar pessoas que trabalham mesmo;
Regra número 10: Criar música que tenha alguma lógica e se perceba, de preferência, que contenha solos de guitarra, e evitar todo o tipo de espasmos, orgasmos e sons guturais;
Regra número 11: Não sugerir ideias ridículas aos amigos porque os artistas ouvem tudo e estão em todo o lado, como a PIDE.
Esta lista continuava mas tenho de ir fazer veleiros com o fumo do meu cigarro.
1 comentário:
LOL
Pois, o manual para assustar turistas é que dava jeito!
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